terça-feira, 12 de julho de 2016

Ninguém nasceu para ser pobre



Foto: Pagina facebook Gestão Profissional 


Podemos lutar para fugir da pobreza, e prosperar.  Tudo depende do quanto estamos dispostos a sacrificar-nos, da forma como ocupamos o nosso tempo livre, das oportunidades que vamos buscando batendo em várias portas, da alimentação do nosso espírito de vitória.  Somos merecedores, lutamos enquanto temos juventude nas veias. Não importa em que situação nos encontrarmos, lute de qualquer jeito para fugir da pobreza.  É um acto de amor próprio, é uma obrigação que temos para com as nossas familias presentes e futuras.  Vamos lutar para uma vida melhor. Sair da pobreza, prosperar e vencer na vida.  <3

sexta-feira, 4 de março de 2016

Sociedade moderna e os conceitos errados: "quando és pobre, mas ela acredita nos teus sonhos"

Março chegou, veremos nas redes sociais e nos convívios da nossa sociedade uma excessiva atenção e elogios hipócritas para as mulheres. Mas depois de passar o mês "das mulheres", as mesmas mulheres merecedoras de mimos durante 31 dias, serão objecto de ataque em todos os contextos socias para os restantes  dias. Alguns homens se darão o direito de ofender, matar, violar, humilhar e perpetuar alguns estereótipos que quase todos têm como verdades absolutas. Um desses estereótipos é o facto que mulheres procuram sempre um homem que socialmente está em uma situação econômica superior e vantajosa  para as mulheres. 

Josefa Trindade

Abrindo o meu facebook hoje, deparei-me com uma imagem de um casal pobre com a seguinte frase: "quando sei povero ma lei credi nei tuoi sogni",  ou seja, "quando és pobre, mas ela acredita nos teus sonhos". 
Senti-me ofendida e chamada em causa nessa imagem pejorativa, e discontextualizada. Daí a necessidade de partilhar convosco o meu ponto de vista e experiência de vida. 
Correcção do MatabichoEconomoPolitico:  Quando vocês são pobres mas ela acredita nos vossos sonhos. Acredita nas vossas  capacidades de conquistarem o Mundo. Acredita que juntos podem ser e fazer melhor. 

MatabichoEconomoPolitico, Josefa Trindade
Foto fonte: web 




Nem toda mulher espera por um homem bem resolvido,  algumas querem ser bem resolvidas, e ter um parceiro com a mesma visão,  não importa o quanto têm no bolso neste exacto momento.   O importante é sonhar e lutar para realizar cada sonho, desde os mais banais aos mais difíceis.  A ideia de mulheres materialistas ou parasitas está em extinção, muitas mulheres estão formadas e em formação;  outras não tiveram a mesma sorte, mas dedicam-se ao comércio formal ou informal; e noutras actividades para ajudar as  despesas familiares.  E ao contrário do que se diz das mulheres,  nos últimos anos tenho verificado um facto muito  engraçado: os homens materialistas, parasitas vulgarmente chamados de  "homens interesseiros" está em aumento.  Posso dizer que  estamos  a inverter os papéis. As mulheres descobriram e estão descobrindo os seus potenciais, e isso tem lhes ajudado a ser mais independentes e menos vinculadas na escolha dos parceiros.  Já não se a contentam com bem matérias,  querem respeito,  carinho e atenção. Motivo pelo qual o número de casais separadas aumenta constantemente.  Elas querem homens que sejam suportes morais, que sirvam de ajuda  realizarem-se e ocuparem um rolo mais participativo na vida. Desde sempre,  as mulheres  ajudaram os homens, motivaram e fizeram coisas para vê-los prosperar porque acreditava-se que era suficiente que eles trouxessem o salário para garantir a sustentabilidade da família. Hoje, elas sabem da importância de ter um parceiro no verdadeiro sentido da palavra: um homem que sente-se infeliz ao ver a sua amada estática,  então deseja e apoia para vê-la realizada em todos sentidos.  Hoje sabe-se que dois salários é melhor do que um..., porque não é apenas uma questão de dinheiro,  é uma questão de sentir-se útil e orgulhosa das suas actividades extra familiares.  Por um mundo onde as relações são e servem para estimularem-se e motivarem-se, e não apenas como forma usarem as pessoas para atingir os próprios fins.


quarta-feira, 2 de março de 2016

Reinventare il capitalismo con l'economia positiva

"C’è una finanza che cerca il profitto assieme alla creazione di benessere sociale e ci sono imprese profit che operano con finalità sociali. Un nuovo modo di usare capitale e impresa per il bene comune."


MatabichoEconomoPolitico, Josefa Trindade
Foto fonte: financiamiento.org.mx


Presso la Sala della Regina di Palazzo Montecitorio, il primo marzo  si è svolto il Convegno "Reinventare il capitalismo con l'economia positiva". Questo Convengo è stato organizzato dal inter-gruppo parlamentare per la sussidiarietà.  C'erano vari deputati e persone legate al mondo delle imprese, tra cui: Simone Baldelli, vicepresidente della Camera; Pier Paolo Baretta, sottosegretario all'Economia; Letizia Moratti, manager e imprenditore; Francesca Medda, professore dell'University College London, Andrea Ruckstuhl, imprenditore di Lend Lease; Mauro Magatti, professore della facoltà di Scienze Politiche e Sociale all'Università Cattolica di Milano, Marco Morganti, Presidente di Banca Prossima ed altri. Dopo la crisi finanziaria del 2007-2009, il mondo delle imprese e gli esperti di Economia, e i governi dei paesi hanno cominciato a capire l'importanza della Finanza e dell'Economia ad Impatto Sociale, come è il caso delle B-Corporation. 

Società Benefit 

La Società Benefit è senz'altro una idea vincente, " L'idea di B-Corporation è cosi ovvia che il contrario sono sospeti", affermò  Riccardo Sabatina. 







Attualmente, nel  movimenti delle Benefit Corporetion ci sono all'incirca 1620 aziende che  sono riusciti ad avere la certificazione. Esempio: PATAGONIA, KICK STARTER, Croqqer, ecc. 
I manager oltre a cercare il profitto, cercano di rispettare le regole della Società Benefit. Infatti, la responsabilità non è soltanto verso i soci, ma verso tutti gli stakeholders. 

"Nei paesi in cui l'educazione finanziaria è bassa, il livello di liquidazione è anche più alto. Cioè, li dove non si danno finanziamenti dalla parte delle banche per coloro che hanno un reddito basso, ma vogliono studiare, si ha anche minor numero di persone istruite, e questo comporta un maggior indice di criminalità organizzata e non solo, perché crea più povertà."   Marco Morganti, presidente di Banca Prossima, la prima banca B-Corporation d'Italia. 


Nel scenario della B.Corpo, come si colloca l'economia dell'idee (genio)? L'economia dell'invenzione viene premiata poiché si sa che l'innovazione tecnologica e altri tipi di innovazione sono alla base dello sviluppo economico e umano. Le B.Corpo investono molto nella Ricerca&Sviluppo. Infatti, tante società investono nei giovani e nele Istituzioni accademiche.  

Il ruolo dell'azienda nei giorni di oggi 

Ad oggi, c'è una finanza che cerca il profitto assieme alla creazione di benessere sociale. E ci sono imprese profit che operano con finalità sociale. Un nuovo modo di usare capitale e impresa per il bene comune. 

Gli imprenditore nell'atto della creazione delle loro imprese devono avere in mente il benessere sociali, no è più possibile ignorare questa priorità. Secondo Maurizio Lupi " non è che dobbiamo dare all'impresa un valore sociale, l'impresa da se è un valore sociale."
Lo scopo del imprenditore è fare impresa, e non fare impresa sociale. Quindi, se non esistono pregiudizi verso l'impresa, allora l'impresa è un bene comune per il Welfare perché ha un valore sociale molto importante, infatti possiamo definire l'impresa come un bene pubblico perché oltre a creare profitto per i portatori di interessi, crea posti di lavoro, che vanno ad incidere sul benessere sociale. Quindi possiamo dire che l'impresa è  il primo l'alleato  dello Stato.  




segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Rwanda: Paul Kagame tem o consenso populacional para alteração da constituição

Rwanda realizou hoje um referendo consultivo, onde o povo votou a favor do  sim para a alteração da constituição, neste contexto, Paul Kagame actual Presidente do Rwanda   mantem-se no poder até 203
Não me preocupo com os anos em que este  poderá estar no comando da liderança do seu país,  eu me preocupo em saber se está apto, se estará ali ao serviço do povo e dos interesses colectivos,  me preocupo em saber se saberá encontrar um equilíbrio entre estabilidade política e estabilidade económica,  me preocupo em saber se a sua governação tem o consentimento do seu povo. Porque nem sempre os sistemas impostos pela ocidente são funcionais nas realidades africanas.  Nós estamos habituados a ter um soba na aldeia, um homem sábio que tem como responsabilidade social e moral  ajudar a resolver os problemas da colectividade,  sejam esses de carácter afectivo, económico,  legislativo ( regas de convivência das zonas rurais. 




Nós precisamos de uma Afrocracia.  Uma democracia baseada nos valores originais d'Africa.  E não de uma democracia que pouco representa a cultura africana, e como se não bastasse os inventores também não sabem fazer o justo uso. 

Voltamos as origens, aos reinados.  E deixemos de nos matar, nos odiar em nome de uma democracia inexistente.
Não conheço a política deste presidente,  tão pouco  conheço o seu plano de acção para os próximos anos de governação. Então fica difícil dizer se concordo ou menos.  A única visão actual é que devemos deixar que a competição seja apenas de carácter formal até conseguir o consenso(voto) do povo; depois disso os partidos existentes devem unir as forças para melhor representarem e savaguarfarem os interesses do povo.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Un pensiero alla donna che non può allattare i propri figli



Tutte le donne vorrebbero allattare il proprio figlio con il suo latte materno. E anche se lei non vorrebbe,  tutti figli vorrebbero essere allattati dalla fonte materna. Ma non tutte le donne hanno la possibilità o la fortuna di aver il seno sanno.  A tutte queste donne che per uno o per un altro motivo la vita li abbia negato la sensazione del allattamento,  quel rapporto tra madre e figli único e irripetibile vorrei soltanto dirvi che non siete sole,  e che nonostante tutto siete sempre madre.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Cesar Beccaria para o caso de Angola: 15+2



Em destaque: Domingod da Cruz no Tribunal de Luanda
Dizem que "os livros são mestres mudos",  a ser assim, gostaria de propor este clássico literário à PGR angolana.
  • Livro: Dos delitos e das penas
  • Título original: Dei delitti e delle pene
  • Autor: Cesare Beccaria


C. Beccaria - Dei Delite e Delle Pene


Dos delitos e das penas ( um livro com 251 anos de ensinamento de humanidade, perdão, respeito e amor pela vida).  A morte não justifica nenhum crime, não deixem o Luaty, o Nito Alves  morrerem; não deixem os jovens 15+2  em greve de fome e em condições desumanas! 

Sou cidadã angolana, amo Angola,  tenho profundo respeito pelos órgãos de soberania,  reconheço a importância das leis,  mas venho apelar  ao Ministério Público que façam uma justa interpretação e aplicação desta grande obra, que humanista Beccaria deixou como herança...
Vejo um país cada vez mais mergulhado e enrolado numa crise política e institucional sem precedentes. Vejo angolanos cada vez mais conscientes da importância de exercerem cidadania, e vejo um Regime incapaz de seguir as dinâmicas do tempo, sendo assim priva a liberdade de expressão e física de quem pensa fora da caixa. Precisamos que os juristas estejam de facto livres das chantagens do poder para que eles possam exercer as suas funções com verdade e honestidade, e não para agradarem alguns interesses. É claro aos olhos dos angolanos que essa prisão é injusta. É claro aos olhos dos angolanos que esses jovens representam a nova Angola que se questiona, e tem compromisso com o futuro da Nação. Não deixem os jovens morrerem, não deixem essas vozes corronperem-se... Liberdade já!

A primeira vez que tive em contacto com esta obra foi no liceu, nas aulas de literatura italiana.  E posteriormente,  tive novamente  acesso todas as vezes que dentro da Comunidade de Santo Egidio de Roma tivéssemos que abordar  questões  inerentes à pena de morte e da luta para a abolição da mesma.  As poucas vezes que escrevi uma carta para um prisioneiro que estava naquelas condições,  e as poucas vezes que tive a possibilidade de encontrar testemunhas vivos vítimas desta pena, na minha ingenuidade pedia sempre que a justiça fosse cada vez mais justa num Mundo onde nem todos são tratados iguais (existem os privilegiados e os desgraçados), que ela fosse respeitada e reconhecida por todos.  E no meu subconsciente pensava sempre numa Angola mais justa.


Como escrevi a cima, o livro tem tradução em português, é muito útil para quem estuda Direito e para aqueles que trabalham com serviços prisionais. Existem várias editoras que fazem réplica do mesmo, quem poder ter este livro na sua livraria de casa, fará um favor ao próprio intelecto e bolso. Por ser um clássico, existe há  possibilidade de baixar gratuitamente em formato PDF. 
Votos de boa leitura! 

Ler também:  www.makaangola.org  

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Descolonizando as mentes









As correntes que ontem serviram para controlar os nossos passos, privando-nos da nossaliberdade, ainda existem, ainda estão presentes, embora invisíveis. Essas correntes não desapareceram na totalidade, hoje identificam-se com os nossos cérebros escravizados: preguiçosos, incapazes de eliminar os estereótipos criados pelos outros.Libertamos as mãos e os pés, falta libertar a cabeça. Falta eliminar o preconceito, falta romper com os esquemas mentais que nos foram incutindo durante séculos e séculos. A verdadeira descolonização, aquela mais difícil, ainda não foi enfrentada. Ela é bem visível nos nossos dias, nas nossas acções, consiste em valorizar, em acreditar no potencial do próprio negro, consiste em aceitar as próprias características fisionómicas. Poderia ficar aqui a  citar as inúmeras correntes que impede os africanos a desenvolverem-se e a conquistarem o mundo. Quero apenas dizer que estamos na fase da eliminação dos preconceitos coloniais, na luta e na conquista de um novo amanhecer africano, onde todos africanos e não só, são chamados à contribuição no que diz respeito ao resgate de valores e da dignidade humana. Sonho com uma África independente na sua totalidade e não parcialmente, como temos visto nos dias de hoje. A África precisa de bons filhos instruídos, que tenham de facto conquistado a independência mental para enaltecer o  “amado e cobiçado” continente. Portanto, cabe a nós filhos, desta Terra Mãe, que chora pelas inúmeras catástrofes que têm a sua origem na má formação humana e no egoísmo político, deitar as correntes do preconceito, as correntes que criam discórdia entre nós, valorizar e dar mais credibilidade aos próprios africanos. Pois, a África será livre quando os seus filhos tomarem nas suas próprias mãos o seu destino, desacorrentando em primeira mão as mentes, e lançar-se para um futuro melhor.










                                                                                                        

Angola: o escândalo do Fundo Soberano tem novos detalhes no Tribunal

JES informou João Lourenço sobre a operação USD 500 milhões na passagem de pastas O antigo Presidente da república, José Eduardo dos Santo...