sábado, 17 de junho de 2017

Angola: PROJECTO DE LEI ORGÂNICA SOBRE O REGIME JURÍDICO DOS EX-PRESIDENTES E VICE-PRESIDENTES DA REPÚBLICA APÓS A CESSAÇÃO DE MANDATO

Contributo de Irene Neto, Deputada do MPLA e filha do Primeiro Presidente de Angola, Agostinho Neto 


Angola está a viver um fase muito delicada: caracterizada por uma crise económica e   pelas eleições presidenciais marcadas para o próximo 23 de Agosto do corrente ano.  O país está em plena campanha eleitoral. Pela primeira vez,  depois de 4 décadas da morte  do Primeiro Presidente de Angola, Agostinho Neto,  substituido pelo actual Presidente, José Eduardo Dos Santos, estamos prestes a conhecer o novo sucessor de Agostinho Neto. José Eduardo Dos Santos, desde 1979 até hoje tem ocupdo a cátedra mais alta do poder angolano, como presidente da República e como presidente do partido MPLA.   Em 1992,  ano em que pela primeira vez da Historia da República Angolana os angolanos foram chamados  as urnas para eleger o sucessor de Neto; os resultados foram desastrosos porque davam vitória para o MPLA, mas o partido da oposiçã UNITA,  não aceitou o resultado.   Dando então origem  a uma guerra civil que começou em 1992 e terminou em  2002 com a morte do líder da UNITA,  Jonas Savimbe. Sucessivamente, os eleitores foram chamados as urnas novamente em 2012 tendo sempe como vencedor MPLA. Este ano finalmente, Angola terá um novo rosto como Presidente da República, isto porque o MPLA tem um novo candidato à presidência: João Lourenço também baptizado como JLo. A oposição também está com grandes potencialidades,  na UNITA o candidato à presidência é o Isaías Samakuva,  e na CASA-CE é o Abel Chivukuvuko. Por tanto,  pelo que tudo indica   no dia 23 de Agosto, dia em que está marcada as eleições gerais, Angola terá um novo rosto como Presidente e um Ex Presidente ainda vivo.  Como será a primeira vez na História em que o país terá um presidente cessante, o partido no poder MPLA, fez uma proposta de lei que tem como finalidade garantir segurança, e recompensa vitalicia e serviços protocolares para o presidente actual que sengunda esta proposta invés de ser chamado Ex Presidente deverá ser chamado de Presidente Emérito. A única deputada que mostrou-se indignada com o projecto de lei foi a filha do primeiro Presidente da Republica, Irene Neto, por sinal membro da bancada parlamentar do MPLA.  
O blogue MatabichoEconomoPolitico depois de ter lido varias notícias achou que este é um assunto de de interesse público,  portanto deve ser de domínio público. Primeiro porque toca questões da legislação angolana, da Constituição Angolana para ser mais especifico, toca questões da Economia e das Finanças angolanas uma vez que essa lei vai pesar no Orçamento Geral do Estado (OGE).  Em seguida podem ler o texto publicado na pagina Facebook da Fundaçao Dr. Antonio Agostinho Neto:



MatabichoEconomoPolitico
Deputada do MPLA e filha de Agostinho Neto,  Irene Neto


De modo a evitar especulações desnecessárias ante um pronunciamento feito na Assembleia Nacional, no dia 15.6.2017, local de reflexão e de debate das leis do país, publicamos o conteúdo integral do Parecer da deputada Irene Alexandra da Silva Neto sobre O PROJECTO DE LEI ORGÂNICA SOBRE O REGIME JURÍDICO DOS EX-PRESIDENTES E VICE-PRESIDENTES DA REPÚBLICA APÓS A CESSAÇÃO DE MANDATO.
Relativamente ao Projecto de Lei Orgânica sobre o Regime Jurídico dos Ex-Presidentes e Vice-Presidentes da República após a Cessação de Mandato, de iniciativa legislativa do Grupo Parlamentar do MPLA, gostaria de apresentar os meus considerandos sobre a mesma, partilhando da apreciação crítica quanto à urgência que se pretende imprimir a este processo. Entendo que a retirada do actual Presidente da República, perante uma conjuntura de grande desgaste, se revista de medidas cautelares e preventivas para garantia da segurança e estabilidade da sua pessoa e de seus familiares.
Permitam-me que contextualize um pouco mais o Relatório de Fundamentação enquanto membro da família do primeiro Presidente da República de Angola, Popular naqueles tempos. Julgo legítimo o meu testemunho, por se enquadrar na categoria de pessoas sobre as quais se irá ora legislar, constituindo uma experiência valiosa, apesar da nossa família, enquanto primeira «Primeira-Família», não ter sido convidada a aportar subsídios sobre esta matéria, tendo no entanto uma larga vivência, de 38 anos, na condição de família do Presidente da República, falecido no exercício das suas funções. É um testemunho amarrado na garganta há 38 anos, mais tempo do que Mandela ficou preso em Robben Island.
Aquando da morte do Presidente Agostinho Neto em 1979, o MPLA exarou uma Resolução visando definir o apoio a prestar pelo Estado à família do primeiro Presidente da República. Relembro que na época, o Presidente Neto deixava uma viúva e três filhos, uma delas menor de idade, e os outros dois a começar ou continuar os estudos universitários. Tinham 14, 18 e 20 anos, respectivamente. A referida Resolução “atribuía-nos” aquilo que nós já tínhamos, isto é, a residência familiar no Futungo de Belas, o escritório do Presidente Neto, a residência na Quinta da Sapú e outra na ilha do Mussulo, todas já sob o direito de usucapião e algumas adquiridas ou oferecidas em vida ao Presidente.
Durante os 12 anos seguintes, a Resolução foi tão frágil na sua implementação que houve necessidade de deliberar novamente sobre o assunto em 1991 e voltar a definir o apoio através da Resolução nº 2/91 de 25 de Maio do Conselho de Ministros. Recordo que 1991 foi o ponto de inflexão do sistema político em Angola.
Tivemos inúmeras dificuldades, como até entrar em nossa própria casa, no Futungo de Belas, por permanentes empecilhos, embaraços ou pura obstrução por parte da segurança nas cancelas da entrada que dava directamente para a nossa rua. Ao ponto de um dia eu largar a minha viatura (já tinha a carta de condução) do lado de fora, na estrada, e descer a pé para casa, desafiando os guardas na cancela a atirarem se quisessem mas que eu iria para a minha casa. Esse e outros episódios rocambolescos levaram a que amigos nos encontrassem uma residência no Miramar, na cidade, onde não ficaríamos tão isolados e para onde nos mudamos. Essa residência passou a ser-nos “atribuída” também.
Para que não julguem que foi fácil para a família gerir o dia seguinte à morte do Presidente Agostinho Neto, esclareço que solicitamos inúmeras vezes que fosse discutido este assunto na Assembleia do Povo, com toda a transparência e que o assunto revestisse forma de Lei, ficando acautelado na Lei Constitucional então vigente.
Infelizmente, a resposta às nossas pretensões foi a seguinte: o assunto não tem dignidade constitucional. Nem tinha constitucional nem infraconstitucional. Nada. Indignadíssimos ficamos nós por nos manterem à mercê das boas ou más vontades, da arbitrariedade de cada um que necessitasse de ajustar contas com o Presidente Agostinho Neto por interposta pessoa, no caso a sua família. Enquanto os deputados à Assembleia do Povo se atribuíam regalias e direitos, incluindo a assistência médica, a si e seus familiares, a primeira «Primeira-Família» tinha de suplicar favores nas clínicas e hospitais para dirigentes. E éramos a família do «saudoso Guia Imortal»! Não é segredo para ninguém, o quanto este processo pesou na saúde, física e psicológica, sobretudo dos meus irmãos. Esta vivência serviu, se para mais nada fosse, para ficar a conhecer as pessoas e sua verdadeira índole, sua educação e postura moral na vida.
Para abreviar a história da nossa vida, eis senão quando 31 anos depois, o ilustre legislador, hoje do Tribunal Constitucional, conseguiu encontrar a fugidia dignidade constitucional, de tal sorte que a Constituição da República de Angola, aprovada em 2010, encontrou finalmente um espaço para acolher, «no interesse nacional de dignificação presidencial», o Artigo 133 e os correlatos Artigos 135 e 150. «Melius sero quam numquam» (mais vale tarde do que nunca).
Assim, resolvida esta questão prévia, eis-nos reunidos para dar corpo à alínea e) do Artigo 133. E são estes «outros direitos previstos por lei», de reserva absoluta de competência legislativa da Assembleia Nacional que somos chamados a analisar.
1. Começaria pela Constituição da República de Angola, na alínea e) do número 2, do Artigo 135 sobre o (Conselho da República): consta que os antigos Presidentes da República são membros do Conselho da República e, no número 3 deste Artigo, gozam das imunidades conferidas aos deputados da Assembleia Nacional. Por esta razão o legislador obriga o ex-Presidente da República a fazer parte do Conselho da República. No entanto, não está explícito se o ex-Presidente da República pode renunciar ao cargo de membro deste Conselho, como é possível, por exemplo, em Espanha e na Itália. Não está tão pouco claro se são remunerados enquanto membros do Conselho da República.
2. O Capítulo I, Artigo 1º, no ponto 2, sobre (tratamento protocolar, imunidades e segurança), refere que a designação, após a cessação de funções, pode ser de "Presidente da República Emérito”.
Primeiro quero saber quando pode ser e quando o não pode. É ou não é? Esta denominação não está prevista na Constituição da República de Angola. Gostaria de obter também uma clarificação quanto ao conceito e título de emérito, mais usado como título honorífico de pessoas que se destacaram na academia e religião. Todos os ex-Presidentes da República serão eméritos? Na academia, esse grau não é automático. Um professor para se tornar emérito, necessitará de uma deliberação da Faculdade, à qual se seguirá um decreto do Reitor. Um presidente que se torna ex-presidente, não é o mesmo que um presidente sem o “ex” e que se consagra como um “Presidente da República emérito”. Isto é, retém o direito de vantagens por aquilo que é e não por aquilo que foi. Resultariam daí vantagens «instituídas» e não «concedidas», nomeadamente nas precedências?
Sobre as precedências: espero que se definam de uma vez por todas estas questões do Protocolo de Estado para evitar as gentilezas cruéis, falta de respeito e de educação das atabalhoadas precedências protocolares nas cerimónias formais ou solenes. Por exemplo, qual será a precedência prevista entre as figuras institucionais do Presidente Fundador da República e do Presidente da República emérito? O Presidente Fundador é o primeiro dos primeiros e sempre o será. As pessoas têm de se adaptar à alternância que é um facto normal das democracias e tem de haver comedimento para não se criarem tensões e crispações desnecessárias com o Presidente da República em funções.
3. No Artigo 2º, sobre o (Foro especial) para efeitos criminais ou responsabilidade civil do ex-Presidente da República: que foro é este no Tribunal Supremo?
4. No Artigo 3º sobre (Pensão): quero enfatizar que não estamos, ou não devemos estar, a legislar e assentar privilégios para uma só pessoa em particular. A lei será para todos os futuros ex-presidentes da República. À medida que se consolide a nossa democracia, os candidatos à Presidência da República tornar-se-ão cada vez mais jovens e ficarão menos mandatos consecutivos no poder. Significa que se hoje se inscreve um critério vitalício em alguma alínea, isto se deve a idade que o nosso actual Presidente da República possui. Mas imaginemos um futuro com uma democracia dinâmica em que se cumpram apenas dois mandatos, teremos ex-Presidentes da República ainda jovens, podendo continuar a trabalhar. Não faz assim sentido que eles recebam 90% do vencimento do último ano do mandato de forma vitalícia. Em Espanha, por exemplo, essa pensão mensal vitalícia é apenas reservada a pessoas com mais de 65 anos de idade, na ordem dos 60%.
5. No Artigo 4º: (Pensão por funções de Primeira-Dama). Em termos comparativos, à primeira Primeira-Dama era atribuída mensalmente uma pensão equivalente ao salário de um membro do Governo e um subsídio irrisório, entre 2mil e 2mil e 500 dólares, anualmente, para despesas diversas, incluindo férias. No caso actual, sabemos que as finanças não serão problema para os futuros ex-PR e ex-Primeira-Dama. Será justo beneficiarem ainda assim destas regalias? Ninguém pode dizer que a família presidencial actual é pobre, podendo, por essa razão, atender às suas necessidades pessoais e políticas com a dignidade e o decoro que correspondam às altas funções exercidas.
O mesmo não se poderá dizer da família do primeiro Presidente da República em que nem o seu cônjuge nem os seus descendentes alguma vez beneficiaram de lugares em administrações na banca, na mineração ou de qualquer outro recurso do país pelo qual tanto se bateu e conseguiu levar à independência, de forma vitoriosa. Estas generosas benesses, serviriam para evitar que ex-Presidentes da República (em idade relativamente jovem) caíssem em tentações de ir trabalhar para empresas privadas, tendo de respeitar uma cláusula de incompatibilidade durante 5 anos após a cessação de funções.
6. Sobre o Artigo 12º (Deveres do PR e do Vice-PR após cessação de funções): impõe-se um limite de 5 anos até poderem exercer cargos em entidades privadas mas não se esclarecem as incompatibilidades seguintes, se as houver:
a) Entre o auferimento de uma pensão vitalícia e o exercício de um cargo público, a participação em conselhos de administração de empresas públicas ou privadas, ou o desempenho de cargos públicos.
7. Não existe um manual de instruções para abandonar o poder mas a psicologia política da sucessão das lideranças recomenda contentar tanto os ex-dirigentes quanto não onerar as finanças públicas. Essa remuneração dos ex-presidentes da República, os meios pessoais colocados à sua disposição, a dotação para o seu escritório e as suas memórias, devem ser publicadas anualmente e constar do OGE. Haverá prestação de contas sobre estas dotações de forma transparente ou será um exercício opaco em função de um tratamento diferenciado?
8. Dúvidas adicionais:
a) Renúncia e revogação dos direitos e prerrogativas dos ex-presidentes: os direitos e prerrogativas reconhecidos pela presente lei serão revogáveis, total ou parcialmente, por resolução do Plenário da Assembleia Nacional, adoptado por maioria dos seus membros, sempre que se considere que já não concorrem as condições de honorabilidade necessárias à pessoa de um ex-Presidente? Ou serão intocáveis numa blindagem constitucional?
b) Insígnias de Presidente da República emérito: os presidentes eméritos terão algum símbolo, bandeira, estandarte, distintivo?
c) Transporte aéreo: o Presidente da República emérito terá direito ao transporte aéreo gratuito na companhia aérea estatal de bandeira ou terá outro tipo de avião?
Esperemos que esta lei venha ajudar a que os futuros antigos Presidentes da República se possam adaptar, sem desenvolver o síndrome dos ex-presidentes que é de se considerarem imprescindíveis. Que acresçam em vez de retirar valor ao país, sempre com sentido de Estado e com os novos poderes que surgirem.



quinta-feira, 1 de junho de 2017

Bolsa de estudo para Mestrado, Stanford University

Programa Knight-Hennessy 

Com esta publicação de bolsa de estudo o blogue MatabichoEconomoPolitico abre a sua nova sessão: OPORTUNIDADES; aqui partilharei todas as oportunidades de estudo e trabalho que os países e as organizações internacionais  oferecem,  graças aos  acordos de cooperação bilateral existente entre os países e as instituições. O site e a página oficial da Embaixada dos Estados Unidos de América em Angola, divulgou o programa Knight-Hennessy Scholars da Stanford University e lançou, recentemente, candidaturas on-line para o seu primeiro grupo de estudantes. Essa bolsa é direccionada aos angolanos que têm os requisitos exigidos.



O Knight-Hennessy Scholars é uma nova bolsa de estudos para cursos de pós-graduação e tem como objectivo preparar a próxima geração de líderes globais a enfrentarem os desafios cada vez mais complexos que o mundo enfrenta.
Anualmente, a partir de 2018, o programa Knight-Hennessy irá receber na sua universidade até cerca de 100 estudantes que tenham histórico e demonstrado um bom desempenho em matéria de liderança e compromisso cívico.
Os bolseiros irão receber uma bolsa completa para prosseguir com seus estudos de pós-graduação na Universidade de Stanford e poderão estudar em qualquer uma das sete faculdades de pós-graduação da universidade e irão receber uma instrução mais eficaz e significativa para navegar entre empresas, governos, academias e sectores sem fins lucrativos.
O prazo para submissão de candidaturas é dia 27 de Setembro de 2017!
Boa sorte, partilha com os amigos!  

Fonte
: Embaixada dos EUA em Luanda

quinta-feira, 25 de maio de 2017

25 de Maio, Dia da África

Seríamos nós a fazer doação para o Mundo,  e não o contrário. 



🌍Africa, eu nasci aqui.  Orgulho-me bastante por ser africana, mas estou muito desapontada com os líderes africanos, com excepção de alguns.  Penso que eles deviam e  podem fazer melhor.  É triste ver africanos abandonarem as suas próprias terras em busca de oportunidades na Europa, vê-los sofrer aqui, quase sem dignidade.  África tem tudo para dar certo, só falta vontade de fazer acontecer. Aproveitem a força dos jovens, saibam tirar proveito da tecnologia e da globalização  para levar o continente ao nível que merece, atendendo os nossos recursos.  Nós podemos ser mais competitivos no cenário internacional, podemos ser mais activos e menos passivos.  Seríamos nós a fazer doações para o Mundo,  e não o contrário.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Italia e il Vaticano ricevono il Presidente Donald Trump


Programma di attività della famiglia Trump



Donald Trump e Melania Trump
Donald Trump, Melania Trump al aeroporto Fiumicino
Foto di: roma.corriere.it 

A pochi mesi delle elezioni del Presidente americano, Donald Trump ha cominciato a fare alcune visite diplomatiche per creare rapporti internazionali con gli altri capi di Stato.  Dopo il suo viaggio per Israele, dove si è avvicinato nel mondo arabo, è giunto il momento del Italia e dello Stato Vaticano. Dove in un periodo breve parlerà con i vertici dei due Stati: Vaticano e Repubblica Italiana. In questi viaggio è accompagnato dalla first Lady, Melania Trump, e dalla figlia Ivanka Trump, nonché suo braccio diretto.
Di seguito c’è il calendario e il percorso che faranno per le prossime 40 ore, dove è previsto il blocco transito in alcuni punti della città di Roma per motivi di sicurezza. Donald Trump insieme alla famiglia è arrivato  alle ore 18:30 di martedì 23 maggio, con il volo Air Force One   al aeroporto Fiumicino (Leonardo Da Vinci),  subito dopo si sono trasferiti  a Villa Taverna dove sono ospite durante il loro soggiorno a Roma.

Trump
Percorso della famiglia Trump a Roma
foto di : UrbanPost 


Agenda di Donald Trump:
8:30 Incontro con il Papa Francesco al Vaticano, in questo incontro sarà accompagnato dalla moglie, Melania Trump, e dalla Figlia Ivanka Trump;
11:30 Incontro con il presidente Sergio Mattarella al Quirinale;
12:30 Incontro con il primo ministro, Paolo Gentilone a Villa Taverna;
14:00 Partenza di ritorno dal aeroporto Fiumicino (Leonardo Da Vinci).

Agenda di Melania Trump:
8:30 Incontro con il Papa Francesco al Vaticano;
11:00 Una visita di cortesia al Ospedale pediatrico di Bambino Gesù, dove troverà i bambini e le loro famiglie;
12:30 Torna a Villa Taverna;
14: Partenza di ritorno con il marito dal aeroporto Fiumicino (Leonardo Da Vinci).

Agenda di Ivanka Trump:
8:30 Incontro con il Papa Francesco insieme alla famiglia Trump;
11:25 Incontro con la Comunità diSant’Egidio a Trastevere, cede ufficiale. Dove parleranno del problema della tratta delle donne africane, l’obbiettivo è quello di trovare meccanismi per combattere contro il traffico degli esseri umani;
15:15 Incontro con Maria Elena Boschi a Palazzo Chigi;
20:00 Ivanka Trump rimane più tempo rispetto al Presidente e alla First Lady Trump, questo perché vuole sfruttare ancora la città romana insieme ai suoi amici che stanno a Roma. Cenerà insieme a loro in un ristorante tipico romano, ma non identificato per ora;
Giovedì ore 10:50 Viaggio di ritorno dal aeroporto Fiumicino (Leonardo Da Vinci).

Repubblica Italiana: Da ricordare che per il Presidente, Donald Trump questa è la prima visita in Italia, invece per Melania non perché quando era modella, ha trascorso un periodo a Milano, città della moda (fashion).  
Stato Vaticano: Papa Francesco nonostante le critiche ha detto si alla visita di Trump. Due leader con idee contrapposte, basta ricordare la recente campagna elettorale di Donald Trump che nei suoi discorsi mostrava essere molto intollerante , portava dei discorsi xenofobi, parlando addirittura della chiusura delle frontiere verso gli Stati Uniti dell’America. Solo per ricordare una delle sue espressione  “American first”; infanti, il suo cavallo di battaglia era proprio questo “gli interessi americani e degli americani vengono in primo luogo”.  Papa Francesco è invece l’opposto di Trump, e da quanto ha assunto il ruolo di Sumo Pontefici, sta cambiando i dogma della chiesa,  è sta influenzando anche  la Politica Internazionale.  In questa ottica, il MatabichoEconomoPoltico si augura che dopo di questo incontro i due leader possono trovare un punto di equilibrio per migliorare le relazione diplomatiche tra i due Stati; e che Donald Trump riesca a sorprenderci come ha fatto con la visita questi giorni in Israel.


Di seguito gli aggiornamenti. 

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Italia e China juntos apoiando as Pequenas e Medias Empresas

Os dois países criaram um fundo de 100 milhões de euros para subsidiar  as PME no processo de internacionalização. 


Através de um acordo entro os dois países realizados em Beijim, foi criado o Sin-Italian Co-Investment Fund, un fundo de investimento no valor de 100 milhões de euros. O acordo foi assinado pelo Administrador delegado da Caixa  depositos e empréstimos (Cassa depositi e prestiti), Fabio Gallia, e pelo seu homólogo Li Keqiang.   O fundo será  usado para investir no capital de sociedades italianas e chinesas, de modo especial para as Pequenas e Médias Empresas operantes no território chines e italinao.  Este acordo foi feito durante a visita do Primeiro Ministro italiano, Paolo Gentiloni ao país amigo. Numa declaração feita por Paolo Gentiloni, ele afirmou que iniciativas do género servem para impulsionar as PME dos dois países, contribuindo também directamente nos cofres dos Estados porque reduz a taxa de desemprego, e vai favorecer também a inovação das empresas. 

Este fundo vai ajudar as PME nos seus processos de internacionalização para aumentar o crescimento e a competitividade das mesmas no mercado global. 



terça-feira, 16 de maio de 2017

Adam Smith, fondatore dell'Economia Politica

Spiega le diverse forme per conquistare l'ammirazione e il rispetto degli altri

"Meritare, acquistare, godersi il rispetto e l'ammirazione dell'umanità sono i grandi oggetti dell'ambizione e dell'emulazione. Ci si presentano due diverse strade che conducono entrambe verso questo oggetto tanto desiderato:  una è rappresentata dalla cura della saggezza e dalla pratica delle virtù;  l'altra è rappresentata  dall'acquisizione di ricchezza e di potere." Adam Smith 






Viene considerato come padre dell'Economia Politica, in quanto fu il primo a studiare i fattori che determinavano l'aumento e la diminuzione della ricchezza di uno Stato,  alla fine del Settecento. Per fare ciò, ha dovuto analizzare i processi della produzione, la distribuzione, il consumo e le legge che governano lo Stato. Lui viene anche ricordato per la sua teoria della mano invisibile del mercato e della concorrenza: dove spiega che nelle società moderne, gli individuo quando cercano di massimizzare il proprio profitto (benessere), finisco per influenzare anche positivamente il benessere della collettività. 

Già nella sua prima opera "Teoria dei sentimenti morali (1759), affermava che l'uomo  ha un forte desidero di approvazione, e tutto il suo comportamento è mirato una approvazione sociale, per essere accettati nella società. Ecco qui che rientra la logica di conquistare l'ammirazione e il rispetto degli altri. Per lui ci sono due modi: uno è quello di essere una persona virtuosa e saggia, l'altro è quello di essere una persona di potere: inteso como potere politico o economico.  Da essi due modi nasce il naturale equilibrio delle cose: il sentimento di simpatia che le persone possono provare verso un soggetto. 

Veniamo ai giorni nostri, con un caso ricorrente in America, per spiegare ciò che Adam Smith voleva dire, cioè le ultime elezione negli Stati Uniti d'America. Donald Trump probabilmente non è un leader dotato di virtù e saggezza, come abbiamo notato sia durante la sua campagna elettorale, che durante i suoi "primi cento giorni di Casa Bianca".  Ma è un uomo che ha potere economico, infatti è un noto imprenditore, e questo l'ha portato ad essere un uomo di potere oltre che economico anche politico. Se andiamo a analizzare il ragionamento di Smith, vediamo che lui rientra perfettamente nel pensiero smithiano. Un uomo che è riuscito a conquistare l'ammirazione e il potere politico  grazie alla sua influenza economica. D'altronde, non si spiega il perché che il popolo americano lo abbia eletto, anche se ci possiamo arrivare con un altra versione, cioè, quella di dire che la società statunitense è ancora una società molto maschilista. Ha preferito essere governata da un uomo ignorante in questione politiche  piuttosto che, essere governato da Hilary Clinton, una donna istruita e con una carriera politica internazionale da invidiare sia ai uomini e alle donne di potere nell'arena internazionale. Da ricordare che gli Stati Uniti d'America non è uno Stato qualsiasi, per il ruolo che esso occupa nel mondo. Perlopiù una nazione che ha forte influenza nella politica e nel economia internazionale. Le ultime elezione degli Stati Uniti dell'America quindi ci danno prima di tutto un impressione che non basta la saggezza e la virtù per ottenere il rispetto e l'ammirazione degli elettori il caso di Hilary; una seconda impressione è che forse ne anche nel paese "più democratico del mondo" sono riusciti a togliersi il maschilismo a punto tale  di rispettare/ammirare una donna  come Hilary Clinton.

Per saperne di più sull'elezione americane clicca qui 




segunda-feira, 8 de maio de 2017

França: Eleições presidenciais 2017

A Europa é dos jovens, Emmanuel Marcon,  com apenas 39 anos é o novo Presidente francês 


Figura em destaque: Presidente Emmanuel Marcon
Foto de: www.libertaddigital.com


Emmanuel Marcon, jovem de apenas 39 anos de idade  é o novo presidente da França.  Uma vitória triunfal contra  Marine Le Pen. Os dados actuais dos principais jornais apontam por uma diferença de 65,5% contra 34,5%.  Marcon, é fundador  no movimento En  Marche, já ocupou o cargo de Ministro da Economia, da Industria e do Digital. Para muitos europeus, Marcon representa a esperança e a salvação de uma Europa em crise existencial. No seu primeiro discurso ele declarou que deseja dar o seu melhor para garantir a continuidade da Europa.  As promessas de Marine Le Pen, candidata da estrema direita,  que prometia sair do euro, e trazia discursos xenófobos  deixaram de representarem uma ameaça para o povo francês e para a União  Europeia. Europa não é América,  França não é Estados Unidos da América. 

O blogue MatabichoEconomoPolitico deseja ao novíssimo presidente francês  votos de muitos sucessos! Emanuel Marcon, viva Europa, viva a França, viva a juventude dinâmica e responsável! 




Seguem novas actualizações amanhã

#Eleições
#França
#Europa

Angola: o escândalo do Fundo Soberano tem novos detalhes no Tribunal

JES informou João Lourenço sobre a operação USD 500 milhões na passagem de pastas O antigo Presidente da república, José Eduardo dos Santo...